Emigrantes exigem alteração da lei que os proibe de votar
Um movimento de emigrantes portugueses em Espanha contesta a lei que os proíbe de votar em referendos sobre questões que consideram também interessar a quem vive fora de Portugal, como é o caso da descriminalização do aborto.
Um movimento de emigrantes portugueses vai manifestar-se, na Praça da Catalunha, em Barcelona, nos dois próximos domingos, contra a lei que os proíbe de votar em referendos nacionais, como o da despenalização do aborto
O objectivo da concentração é exigir que a lei actual seja alterada no sentido de permitir aos emigrantes portugueses participar num referendo, sempre que estejam em causa temas que possam interessar a quem vive fora de Portugal.
Em declarações à TSF, Nuno Gabriel de Melo, que dá voz a esta exigência, opinou que, sobre algumas questões, como o aborto, «não faz sentido» não ter «acesso a um voto em que possa exprimir a sua opinião», porque muitos emigrantes mais cedo ou mais tarde regressam a Portugal.
Para Nuno Gabriel de Melo, se é possível «viver em qualquer espaço europeu», também é necessária uma «convergência» ao nível da União Europeia a outros níveis, como em «termos democráticos».
Apesar de entenderem que não poderão votar no referendo à despenalização do aborto até às dez semanas, marcado para 11 de Fevereiro, os emigrantes em protesto esperam que, no futuro, seja possível alterar a actual lei.
O objectivo da concentração é exigir que a lei actual seja alterada no sentido de permitir aos emigrantes portugueses participar num referendo, sempre que estejam em causa temas que possam interessar a quem vive fora de Portugal.
Em declarações à TSF, Nuno Gabriel de Melo, que dá voz a esta exigência, opinou que, sobre algumas questões, como o aborto, «não faz sentido» não ter «acesso a um voto em que possa exprimir a sua opinião», porque muitos emigrantes mais cedo ou mais tarde regressam a Portugal.
Para Nuno Gabriel de Melo, se é possível «viver em qualquer espaço europeu», também é necessária uma «convergência» ao nível da União Europeia a outros níveis, como em «termos democráticos».
Apesar de entenderem que não poderão votar no referendo à despenalização do aborto até às dez semanas, marcado para 11 de Fevereiro, os emigrantes em protesto esperam que, no futuro, seja possível alterar a actual lei.
Para ouvir um excerto da entrevista concedida para a TSF:
http://www.tsf.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF177186
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