Quem teve uma fraqueza e se arrepender é objecto da misericórdia divina. Mas a Igreja Católica é bastante dura e o direito canónico excomunga essa pessoa. A pessoa faz um aborto em plena consciência de que está a fazer um mal.
Luciano Guerra, Em entrevista ao Diário de Notícias
Estará a mudança proposta de acordo com o espírito do tempo? Contribuirá ela para a sociedade mais feliz, mais respeitadora do outro, mais solidária e mais desenvolvida que queremos construir?
(…)
Estará Portugal condenado a encetar, no século XXI, o caminho por que outros enveredaram no passado, quando até há sinais de que se está a evoluir em sentido inverso? Não aprendemos nada?!
João Paulo Barbosa de Melo, PÚBLICO 8 de Janeiro de 2007
Juntamente com as vítimas dos conflitos armados, do terrorismo e das mais diversas formas de violência, temos as mortes silenciosas provocadas pela fome, pelo aborto, pelas pesquisas sobre os embriões e pela eutanásia.
Sumo Pontífice, HOMOLIA DO DIA MUNDIAL DA PAZ
Abortar por opção sabendo que já bate um coração?
Outdoor da Plataforma Não-Obrigada
Contribuir com os meus impostos para financiar clínicas de aborto?
Outdoor da Plataforma Não-Obrigada
Abortar a pedido e passar o resto da vida a pedir que não tivesse acontecido?
Outdoor da Plataforma Não-Obrigada
É o caso de Espanha, onde a liberalização se faz pela prática ultraliberal dos médicos que reconhecem, a torto e a direito, que a mulher grávida que quer abortar tem sempre uma doença psíquica cujo remédio passa pelo aborto.
(…)
A alternativa aberta pelo próximo referendo de uma total liberalização do aborto até às dez semanas, por vontade discricionária e incontrolada da mulher grávida, é um excesso bárbaro, uma injustiça humana e uma mistificação constitucional.
Mário Pinto, PÚBLICO 15 de Janeiro de 2007
Basta pensar que um simples furto de um telemóvel é um crime, enquanto que a eliminação de uma vida humana, sem qualquer justificação para tal, deixará de ser.
Assunção Cristas, BLOGUE DO NÃO
O verdadeiro objectivo deste referendo é adoptar o aborto como meio de contracepção: opção mais fácil e cómoda, típica de sociedades de consumo entregues ao mais puro individualismo.
José Luís Ramos Pinheiro, Correio da Manhã 23 de Janeiro de 2007
O que está em causa neste referendo (e no de 1998) não é a despenalização, mas simplesmente a liberalização do aborto até às dez semanas, eliminando-se crianças saudáveis por exclusiva decisão da mãe, e sendo as mulheres penalizadas se fizerem aborto às dez semanas e um dia.
Matilde Sousa Franco, prefácio do Livro BLOGUE DO NÃO
Contribuir com o meu voto para aumentar o número de abortos?
Outdoor da Plataforma Não-Obrigada
(...) se o “sim” vencer o referendo, a interrupção voluntária de gravidez (IVG) passa a ser uma coisa normal.
JOÃO CÉSAR DAS NEVES, Conferência de Imprensa da Plataforma Não-Obrigada
Toda a gente ficou horrorizada com a execução de Saddam. A questão do aborto é uma variante da pena de morte.
D. ANTÓNIO MOREIRA MONTES, Lusa 15 de Janeiro de 2007
2 comentários:
Meus caros também apoio o movimento sim pela liberdade, tem o seguinte site www.sim-pelaliberdade.com, mesmo que a comissão nacional de eleições não o considerou porque algumas assinaturas não estavam iguais, vamos continuar a defender o sim. porque é uma hipocrisia estar a julgar mulheres que fazer o aborto porque não teem outra opção. Força amigos continuem a v/luta. Como sabem o Não tem muitas pessoas influentes e sobretudo a igreja e como as pessoas teem medo de ser excomungadas não sei o que vai dar. Um abraço aqui de VNFamalicão Ana
tou chocada... há gente mesmo burra neste nosso pequeno portugal!!! Atá na Estónia é legal!
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